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28/02/2012 às 09h28

A revolução silenciosa no IFPB

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Campi brotaram do nada em várias regiões do estado e em pouco tempo se tornaram orgulho da comunidade. Leia mais...

Quem tem acompanhado a revolução silenciosa na educação profissional na Paraíba sabe por que a gestão do professor João Batista de Oliveira Silva vem ganhando visibilidade perante a opinião pública natural e espontaneamente.

A atual gestão do IFPB entra para os anais da instituição como a mais ampla de todos os tempos face ao seu crescimento vertical e horizontal.

Campi brotaram do nada em várias regiões do estado e em pouco tempo se tornaram orgulho da comunidade. Este talvez seja o principal marco da história recente do IFPB.

Na semana passada a nossa reportagem empreendeu viagem a Princesa Isabel, cidade distante 414 km da capital João Pessoa, para acompanhar visita do reitor do IFPB ao Campus daquele município.

Obras Princesa IsabelO professor João Batista caminhou pelo barro vermelho do terreno, subiu no alto das construções, conversou com peões, sondou os responsáveis pelo encaminhamento da obra, contatou autoridades do município e falou a nossa reportagem enquanto visitava o bloco administrativo do Campus Princesa Isabel que entra para a fase de acabamento nos próximos dias.

Inicialmente, fizemos a seguinte abordagem: ontem, o senhor vestiu aquela beca preta e concedeu grau aos primeiros técnicos do Campus Monteiro. Hoje, pisa neste chão empoeirado para constatar a prosperidade deste canteiro de obras, em Princesa Isabel. É possível ser uma pessoa do povo enquanto ocupante do cargo de reitor que usa vestes talares como murça, sâmara, capelo na cor branca, colar reitoral e bastão?

João Batista responde que sim. “É possível ser uma pessoa do povo e manter, ao mesmo tempo, o alto padrão de dignidade que elas esperam de você enquanto gestor”, disse o reitor esclarecendo que ele acredita no poder da comunhão entre os seres humanos. Ele também crê que esta aproximação com a comunidade, fora do seu gabinete, ajuda na valorização do próximo e, ao mesmo tempo, a ser reconhecido como líder.

“Mas, entre liderar e ser liderado significa que tenho que cobrar e aplaudir os meus auxiliares, deferir e indeferir processos, às vezes ser duro em alguns momentos. Porém sempre busco agir com justiça, equidade e longanimidade”, disse.

Enquanto andava pelo Campus Princesa, João Batista admitiu ter altas expectativas para o InstitutoObras Princesa Isabel 3 Federal da Paraíba. “Este canteiro de obras e os próximos que virão não encerram o nosso projeto institucional, encaro sempre como mais um desafio para a expansão do IFPB”, destaca o reitor. 

O professor João Batista, ainda na condição de diretor-geral do IFPB, potencializou a gestão, elevando o número de unidades de ensino para quatro campi. Já no atual mandato, primeiro como reitor, impulsionou a gestão, saltando para nove campi, mais o Núcleo Avançado de Guarabira e o Centro de Referência em Pesca e Navegação Marítima.

O grupo capitaneado por JB espera agregar ao projeto arquitetônico do IFPB até 2014, mais cinco campi, totalizando 15 unidades.

Essa marca de reitor construtor de obras é que faz o senhor feliz? Questionamos o gestor que olhava serenamente os trabalhadores na obra e ele disse não. “O que me faz contente é a sensação do dever sendo cumprido com responsabilidade”.

Então, pedimos para ele expor mais sobre esse sentimento: “a expansão do número de alunos, a fundação de vários campi, abertura de inúmeras vagas para efetivação de professor e técnico-administrativo, alto investimento em sala de aula e laboratórios, estabelecimento de prioridades para o ensino, pesquisa e extensão, aumento do número de graduações tecnológicas e licenciaturas, as perspectivas de crescimento tanto vertical quanto horizontal, bem como o reforço da assistência estudantil com uma política bem definida”, detalha.

Acrescentou o professor João Batista que ele se emociona quando chega a diferentes regiões do Estado e encontra estudantes uniformizados estampando a logo do IFPB. “Acho que esta sensação é comum a todos nós que fazemos parte da histórica deste Instituto Federal da Paraíba e não porque dizer da Rede Federal”, complementa.

“Se alguém tem alguma dúvida sobre o índice de satisfação da comunidade de Princesa Isabel, por exemplo, saia pelas ruas da cidade, sondando o povo sobre o trabalho que vem sendo realizado pelos professores e funcionários daquela unidade de ensino que colherá muitas declarações fortes.”, recomenda o reitor. A nossa reportagem ouviu o tecnólogo da Comtérmica Veridiano Leandro Júnior, responsável pela obra e o estudante Fagner Campos, aluno do Curso Técnico de Edificações.

Leia aqui a entrevista com o tecnólogo Veridiano Leandro Júnior

Leia aqui a entrevista com o estudante Fagner Campos.

*Filipe Donner - Jornalista do IFPB / Reitoria / Ascom