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03/05/2012 às 08h32

IFPB discute em Brasília Programa Ciência sem Fronteiras

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Oficina vai capacitar gestores para participação em editais e discutir metas do programa


O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba participa nesta quinta-feira (3) em Brasília da oficina de capacitação para o Programa Ciência sem Fronteiras. O evento vai reunir até amanhã, gestores das instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica do país. 

A Coordenadora da Assessoria de Relações Institucionais e Internacionais (ARINTER), Verônica Edmundson, e o Coordenador do Projeto Ciência sem Fronteiras do Instituto Federal da Paraíba, José Lins Neto, vão receber informações atualizadas sobre o Programa e conhecer as potencialidades da Rede para participação nos editais. Na oficina, que termina amanhã, também serão definidas as estratégias de operacionalização e as metas para 2012 e 2013.

A programação desta quinta-feira será aberta logo mais às 10h com a apresentação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) sobre o Ciência sem Fronteiras. Para facilitar o acesso das informações, o MEC fará a transmissão da oficina do programa pela internet. Basta acessar o link http://portal.mec.gov.br/setec/transmissao. Ao longo do dia, serão abordados pontos como chamadas públicas e testes de proficiência para inglês, francês e alemão. No dia 4 haverá debates sobre os desafios e estratégias para operacionalização do Programa.

A professora Verônica Edmundson disse que a oficina é uma oportunidade importante de capacitação. “Na volta vou repassar os ensinamentos a equipe do IFPB, e espero com isso, obter bons resultados desse trabalho”.

O Ciências sem Fronteiras é um programa que busca promover a expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes -,Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

O projeto prevê a utilização de até 75 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com pesquisadores brasileiros.

 

Heranir Fernandes – Jornalista da Reitoria/Ascom

Com informações da Assessoria do Conif