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11/05/2012 às 21h35

Mãe adotiva, amor incondicional

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"Eu me emociono com o desenvolvimento deles e com suas conquistas como todas as mães, não há distinção, o amor é o mesmo", Gerlani Florêncio

Em janeiro de 2003 a assistente em administração lotada no Núcleo de Prevenção em Educação e Saúde (NUPES), do IFPB, Gerlani Florêncio de Araújo, realizou o sonho de ser mãe, com a chegada dos gêmeos, Ícaro César e Clara Elis.

Toda essa felicidade veio depois de uma notícia inesperada dada por sua médica de que só poderia engravidar se recorresse a tratamentos de fertilização. Por acreditar que o tratamento traria muita ansiedade e que não oferecia certeza de sucesso, Gerlani, não teve dúvidas, iria recorrer à adoção.

A decisão dela foi bem recebida pelo esposo, e em março de 2002, o casal deu entrada na habilitação para a adoção, na Vara da Infância e Adolescência de João Pessoa. A partir daí, o casal passou a se preparar para a chegada da criança. “Eu vivi a gravidez, minha única angustia era não saber quando chegaria”, conta a mãe, lembrando o período de espera.

O enxoval do bebê foi escolhido cuidadosamente, cada detalhe foi pensado com muito carinho, o quarto do bebê, o berço, as roupinhas, as fraudas e todos os itens de decoração, estava tudo organizado a chegada do tão esperado filho.

Mas, em dezembro de 2002, o casal foi consultado sobre a disposição de adotar gêmeos, e mesmo tendo se preparado para a chegada de apenas um, eles aceitaram o desafio de adotar os gêmeos e começaram a se preparar para a chegada de mais uma criança. E, no dia 8 de janeiro de 2003, Ícaro e Clara, chegaram para completar a felicidade de toda a família.

Para Gerlani, todo o processo de adoção muito bem sucedido, até o tempo de espera para adoção foi mais ou menos o período de uma gestação normal, além disso, o casal foi abençoado com duas crianças saudáveis e muito amadas. “O amor extrapola o biológico, os dois são criados com todo amor e conhecem bem a história de seu nascimento. Eu me emociono com o desenvolvimento deles e com suas conquistas como todas as mães, não há distinção, o amor é o mesmo”, ressalta.