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26/03/2013 às 10h42

Programa Mulheres Mil inicia 2ª turma em Campina Grande

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Estão sendo ofertados dois cursos nas áreas de alimento e beleza

São Marias. Iguais a tantas outras na ótica coletiva do ser mulher, em busca de um fazer e de um dizer que as tornem singulares e contribuam, dessa forma, para a construção de suas identidades. Essa é a concepção que subjaz o projeto Marias...Maria: cidadania em construção desenvolvido pelo Programa Mulheres Mil, Campus Campina Grande, com vistas ao alcance dos objetivos norteadores do Programa: elevar o grau de escolaridade e qualificar para o mercado de trabalho.

O projeto é executado por Patrícia Gomes Galdino, coordenadora do Mulheres Mil, em parceria com uma equipe multidisciplinar, composta por pedagogos, psicólogo, assistente social e professores do campus, os quais, no dia 08 deste mês, promoveram o evento de abertura da segunda turma do Programa. A solenidade contou com a presença do reitor, João Batista de Oliveira, do diretor-geral, Cícero Nicácio do Nascimento Lopes, da diretora de ensino, Mary Roberta Meira Marinho, da palestrante, Valéria Maria Gomes Guimarães, da gestora do Programa Mulheres Mil da Paraíba, Sandra Cristina Santos Alves, e da coordenadora de pesquisa e extensão do campus Campina Grande, Márcia Maria Costa Gomes.

Para esta edição, o Mulheres Mil oferta dois cursos concentrados nas áreas de alimento e beleza, a saber: confeiteiro e assistente de cabeleireiro, ministrados em consórcio com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

Perfil e alcance das turmas – o Programa inscreveu 100 mulheres, oriundas dos municípios de Queimadas, Lagoa Seca e Campina Grande (comunidade das Malvinas), em consonância com o quantitativo de vagas destinadas à ampla concorrência e às pessoas com deficiência. Em linhas gerais, os cursos são constituídos por mulheres cujas faixas etárias variam de 18 anos (idade mínima para inscrição) a 40 anos, e boa parte possui o ensino fundamental incompleto. Para concorrer ao certame, as candidatas foram submetidas a duas etapas: a inscrição e a avaliação socioeconômica.

 De acordo com Patrícia Galdino, “o maior desafio apresentado pelo público que recebemos é o incentivo à permanência e à conclusão dos cursos, pois, de maneira geral, são muitas Marias que têm em comum conflitos familiares, sonhos guardados e perdidos, portas do mercado de trabalho fechadas, enfim, são Marias que buscam a identidade de ser Maria”. Para concluir sua avaliação das turmas, a coordenadora do Programa enfatizou o sentimento de satisfação em contribuir para a construção da cidadania dessas Marias e reconheceu que uma semente tem sido plantada cotidianamente.

 

*Ascom Campus Campina Grande